Camélias brancas

Hoje 13 de maio, data a publicação da Lei Áurea, que foi assinada por Isabel, a Princesa Regente na ausência do pai, o Imperador Pedro II, em 1888. A data marca o encerramento das senzalas e o surgimento das favelas. Uma passagem famosa do período envolve o Quilombo do Leblon, os escravos que lá se refugiavam cultivavam e vendiam flores, especialmente camélias brancas. Logo a flor passou a ser associada à abolição. Plantar ou portar uma camélia branca tornou-se um

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A irresponsabilidade de Bolsonaro

Ao invés de dar bravatas irresponsáveis, a ponto de o Ministro Paulo Guedes não querer comentar a declaração do Presidente, Bolsonaro deveria defender uma reestruturação geral do sistema tributário, ou seja, a Reforma Tributária que tanto precisamos e queremos.

Euclides Scalco: O farol

Os faróis foram idealizados na antiguidade e são utilizados até hoje, para avisar os navegadores que estavam próximos da terra, ou iluminavam de porções de terra que brotavam mar adentro. Ou seja, mostravam o caminho, eram referência e davam segurança aos navegantes.

Dia da Consciência Negra

O Brasil só será livre de verdade se nos livrarmos do racismo, e não se apaga um problema não falando sobre o assunto, afinal, jogar sujeira pra baixo do tapete, não resolve nada.

Considerações sobre o Sistema Eleitoral e financiamento

Quaisquer análises sobre o sistema eleitoral e seu financiamento devem levar em conta questões práticas, ou seja, como o processo se dará para operadores políticos e para a população durante o período eleitoral e no “Dia D”. Deve-se considerar também os sentimentos da população acerca do da pouca representatividade, ou seja, entendermos que o sistema posto não é suficiente.

“Nossa casa está queimando”

A frase alarmista é sobre a Amazônia, contudo não foi emitida por alguma autoridade brasileira, quem disse foi o Presidente da França Emmanuel Macron e, que causou um rebuliço na comunidade internacional, colocando o tema como pauta da reunião do G7, que acontecerá no final de semana. A Amazônia está queimando, assim como todos os demais biomas que temos no Brasil (Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Pampas e Caatinga). Isso é muito triste.

A dança dos guarda-chuvas

guarda-chuvas nas esquinas curitibanas

São guarda-chuvas para todos os gostos: com listras, quadriculados, monocolores, patrocinados, com desenhos de todos os tipos... Em suma, é uma enxurrada de guarda-chuvas dançando, encaixando-se entre placas, lixeiras, ambulantes e postes, nas estreitas calçadas da cidade. Porém, o piso não é dos mais propícios para a dança: calçadas com lajotas soltas e petit-pavet, muitas vezes com suas peças também frouxas.

Devaneios sobre futebol

Fazia um tempinho que queria escrever aqui sobre futebol. Com Copa América e Copa do Mundo feminina rolando não poderia deixar passar essa.

Devaneios sobre o contexto econômico

O Brasil se esforça para fazer tudo errado, por sorte nosso povo é trabalhador e resiliente. Mas não podemos nos dar ao luxo de repetir erros: a estadolatria tem que acabar, subsídios e incentivos não podem ser a regra, aliás, tiram nossa competitividade e rentabilidade, na indústria e no campo.

Sobre o caso do #vazaJato:

O que é certo é certo e ponto. Não podemos abrir mão disso, nem deixar com que preferências político-eleitorais deixem nossa visão e capacidade de julgamento turvas. Temos que estar vigilantes.

Os “ismos” e o Brasil

Penso ser correto admitir que a grande presença popular nas manifestações pró-Bolsonaro, mostra a consolidação de um novo “ismo” na política brasileira: o bolsonarismo. Nada de novo, ou bom, nos quase duzentos anos de independência político-administrativa desta jovem nação. Aos que acreditam testemunhar algo inédito, vale um passeio pela história política brasileira, assim poderemos identificar vários movimentos neste sentido.

Tá ok?

O capitão assumiu o posto mais alto do Poder Executivo em meio a uma onda de otimismo, o mercado estava animado, a classe política deslumbrada com sua popularidade e a imprensa, antes refratária, parecia dar trégua. As escolhas de Paulo Guedes para comandar a economia, dos militares de alta patente para cargos estratégicos do governo e Sérgio Moro, com sua alta popularidade, na justiça e segurança pública, pareciam ser o sustentáculo do governo que iria mudar tudo isso aí.

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